Senhoria, bonitinha, és um doce de mulher. Tão amável, tão afável, Luanda você é. Senhoria pequenina, és essência do prazer. Tão risonha, mas tristonha, és parte do meu ser. Diga o que você quer, minha vida te darei, qual é são as suas ordens? És minha lei. Tu és senhora de mim, meu amor e derreter, que por fim eu seja logo o senhor do teu querer! Senhoria essa carta é um clamor do coração, minhas lágrimas e alma, contigo já estão, pois, te entreguei naquele dia no meio do vendaval, que é a vida sem um amor, sem um fanal.
Procure a paz entre os espinhos do cacto. Procure a paz entre uma dose e outra de remédio. Procure a paz entre um cochilo e uma noite insone. Procure a paz entre uma música e um livro. Procure a paz entre a geladeira e o fogão. Procure a paz entre o Instagram e o Google. Procure a paz entre um beijo e um longo abraço. Procure a paz entre o olor de um incenso e uma vela de canela. Procure a paz entre as notícias do dia e um novo entretenimento. Procure a paz na depressão e na ansiedade. Procure a paz mesmo que esse buscar possa de tirar a mesma.
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